Instalou-se um conflito de contornos legais no mercado nacional de cereais, na sequência da deliberação do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) de interditar três empresas importadoras de arroz e trigo, alegando incumprimento das normas legais vigentes para a entrada destes alimentos no país.
A Companhia Industrial da Matola (CIM), afetada de forma direta por esta sanção, contestou categoricamente as acusações de irregularidade e decidiu levar o caso às instâncias judiciais. A firma recorreu ao Tribunal Administrativo para tentar anular a penalização e expor o que considera ser uma atuação arbitrária e injustificada por parte da entidade reguladora estatal.
Fonte: Carta de Moçambique – Informação rigorosa e opinião de qualidade de e sobre Moçambique. (https://cartamz.com/destaque/54191/companhia-industrial-da-matola-revela-nhonguismo-do-icm-e-recorre-ao-tribunal-administrativo/)