ONGs em Moçambique rejeitam suspeitas de lavagem de dinheiro e exigem regras específicas na banca

Várias Organizações Não Governamentais (ONG) que operam em Moçambique manifestaram o seu descontentamento face às suspeitas que as associam a atividades de branqueamento de capitais e ao financiamento de grupos terroristas. O setor associativo defende que não deve ser generalizado e reclama uma abordagem personalizada por parte das instituições financeiras e do Estado.

Há cerca de vinte e quatro meses que as organizações da sociedade civil constam nos relatórios de avaliação de risco como potenciais canais para a circulação de capitais ilícitos. Perante este cenário, os representantes destas entidades exigem que os bancos comerciais adotem critérios de triagem mais justos, que evitem o bloqueio injustificado de fundos destinados a fins humanitários e de desenvolvimento social.

As lideranças destas agências sem fins lucrativos reiteram o seu compromisso com a transparência e a legalidade, sublinhando que as restrições bancárias atuais asfixiam o funcionamento de projetos vitais para as comunidades moçambicanas mais vulneráveis.

Fonte: O País – A verdade como notícia (https://opais.co.mz/ongs-contestam-avaliacao-de-riscos-da-banca-sobre-branqueamento-de-capitais/)

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